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A SGI é um manancial de oportunidades


Como diria o dito popular, “quem não morre, não vê Deus”. Apesar da informação não-budista contida na frase, ela nos fornece uma reflexão sobre nossa prática budista. Por mais que acreditemos que as adversidades podem ser convertidas em grandes benefícios, frequentemente nos “pegamos” lamentando-as ou tentando evitá-las a todo custo.

O mais importante, todavia, é compreender a verdadeira natureza da vida aprendida na SGI. Nitiren Daishonin afirma: “Assim como os pinheiros comprovam sua vida eterna ao suportar as furiosas tempestades, os praticantes do Sutra de Lótus revelam sua verdadeira identidade como budas eternos ao superarem as adversidades”. (As Escrituras de Nitiren Daishonin, END, vol. 1, pág. 282.)

Se olharmos ao redor, vemos constantemente as pessoas criando desafios simulados, com o objetivo de se desenvolver. Por exemplo, quando uma prova se aproxima, o atleta, em vez de descansar o corpo para o dia da prova, intensifica seus exercícios, buscando superar as próprias limitações. Em alguns casos, são meses de “simulação” para alguns segundos de prova. Esta mesma analogia se aplica às academias de ginástica que frequentamos: carregamos pesos ou corremos “sem sair do lugar” para cultivar uma boa saúde. Em nossos desafios do dia a dia e nas atividades da SGI, não é diferente. Se observarmos cuidadosamente, uma força contrária momentânea pode trazer benefícios duradouros. Por isso, Daishonin afirma: “A iluminação encontra-se no ato de mantê-la [a fé]”. (Ibidem, pág. 279.)

Desse ponto de vista, a SGI é um manancial de oportunidades. Quando nos dedicamos com seriedade, sentimos a alegria de colaborar com a felicidade das pessoas. Entretanto, em última instância, somos nós os verdadeiros benefi­ciários. Com efeito, ainda que estivesse exilado na Ilha de Sado, Nitiren Daishonin declarava: “Eu, Nitiren, sou o homem mais afortunado de todo o Japão. Dediquei a minha vida ao Sutra de Lótus e meu nome será transmitido pelas eras que virão”. (Ibidem, vol. 2, pág. 145.)

“Enfrentar as intempéries rumo à concretização do Kossen-rufu é o próprio exercício do estado de Buda, que proporciona um sentimento de realização insuperável e indestrutível. Dessa forma, a vida do Buda não deve ser encarada como um mero sacrifício pela humanidade, mas como a prova real da vitória como ser humano e um convite para que manifestemos a mesma postura. Assim, “o infortúnio será transformado em boa sorte”. (Ibidem, pág. 412.)

A benevolência de nossa organização reside nesse ponto. O esforço que empreendemos para concretizar o Bloco Monarca, por exemplo, pode ser entendido como nossa “academia de vida”. Como “bons atletas”, o líder da SGI, Daisaku Ikeda, nos incentiva a nos empenharmos mais, ainda mais e muito mais. A grandiosidade do objetivo é proporcional ao avanço que podemos conquistar. Este é o meio para concretizar nossos desejos e suplantar as causas de infelicidade, com alegria, sem sermos abalados pelos “Oito Ventos”.

Essa postura não é abstrata; é algo que podemos construir na vida diária, quando intensificamos a prática do Gongyo e do Daimoku, em meio aos companheiros, nos fortalecendo mutuamente.

Assim, “Que venha o que vier!” Venceremos!

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